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A Escola de Referência Epitácio Pessoa, localizada à Avenida Historiador Pereira da Costa, 820 – Centro do Cabo de Santo Agostinho/ Pernambuco, oferece turmas de 1º, 2º e 3º anos na modalidade de Ensino Médio a 1.300 jovens e adultos de nossa comunidade, proporcionando-lhes conhecimentos científicos, sócio-cultural de forma eficiente, visando o exercício da cidadania.

Atualmente, vive um novo século formando cidadãos atualizados e eficientes para agir e interagir na construção de uma sociedade mais justa, participativa, ética e solidária.

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RECIFE SEDIA SEMINÁRIO BIODIESEL: FONTES DE ENERGIA DAS OLEAGINOSAS EM PERNAMBUCO

postado sexta-feira, 17 de outubro de 2008 20:00 por anapaula

Para enriquecer o debate sobre bioenergia, tendo em vista as potencialidades de Pernambuco no cultivo de oleaginosas (como a mamona, algodão, amendoim, microalgas e outras), a Academia Pernambucana de Ciência Agronômica (APCA) realiza deste domingo à terça-feira ( 12 a 14 de outubro) o Seminário Biodiesel: Fontes de energia das oleaginosas em Pernambuco. O encontro, que acontece no Mar Hotel, em Boa Viagem (Zona Sul do Recife), tem parceria da UFRPE, patrocínio da Chesf, Governo Federal e Capes e apoio do CREA-PE, Universidade Católica de Pernambuco, Sebrae, UFPE, UPE, Biodiesel BR e ITEP.

O objetivo do seminário é aprofundar o debate sobre a implantação de políticas públicas de produção energética no município, Estado e União, tendo em vista o crescente aumento do consumo energético baseado na utilização de combustíveis de origem fóssil não renovável.

A mesa de abertura do encontro será sobre o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), criado em 2005 pelo Governo Federal para viabilizar a produção de energia a partir da biomassa. Já está confirmada a vinda do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende; do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli; do presidente da Chesf, Dilton da Conti; dos reitores da UFPE, Dr. Amaro Lins; da UFRPE, Dr. Valmar Corrêa; da UPE, Dr. Carlos de Araújo Calado; da Universidade Católica, Pe. Pedro Rubens, entre outros. São esperadas as presenças da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes.

No segundo dia, serão discutidas as políticas ministeriais de apoio aos programas estaduais. A integração institucional no Programa Nacional de Biodiesel com foco em Pernambuco será o debate do último dia do seminário. A tarde será reservada para plenária que apresentará as conclusões originadas a partir das discussões que aconteceram durante o evento. Ao final, um documento com problemas e soluções relacionados à produção do biodiesel será produzido para ser entregue aos órgãos governamentais envolvidos com o PNPB.

De acordo com o presidente da APCA e do seminário, Eudes de Souza Leão, o objetivo do encontro é abordar sobre biodiesel de forma objetiva e segura para eliminar as controvérsias e polêmicas que existem em detrimento da liderança brasileira, no estabelecimento da política estratégica, visando a máxima racionalidade na produção do biodiesel. “Como o Brasil é uma nação privilegiada em extensão territorial com áreas propícias ao cultivo das plantas oleaginosas, com nítida e incontestável vocação para o domínio de mercado internacional do biodiesel, tornou-se imperiosa a busca das melhores soluções para a fabricação do biocombustível com qualidade superior e com menores custos”, disse. Para ele, o uso da bioenergia é uma das opções para conter as altas emissões de gases tóxicos na atmosfera e diminuir o efeito estufa auxiliando no processo de convivência harmônica com o meio ambiente. Estarão presentes no seminário técnicos com trabalhos nacionais e internacionais.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no primeiro quadrimestre do ano de 2008, a produção brasileira foi de 275,6 milhões de litros de biodiesel. Os números não chegam a 30% do necessário para o cumprimento da meta de 2008 que é de 1,2 bilhões de litros consumidos no ano. Dados de 2003 do PNPB apontam que a utilização de B10 (10% de biodiesel ao diesel) permitiria a substituição total do diesel importado gerando uma grande economia para o País. Apesar de lento, o processo de ampliação do uso de biodiesel continua acontecendo. Desde primeiro de julho deste ano passou a ser obrigatória a utilização do B3 (3% de biodiesel ao diesel).

Segundo a coordenadora técnica do Programa Probiodiesel em Pernambuco, Ana Rita Drummond, para avançar na produção de fontes de energias alternativas é necessária articulação entre os setores tecnológicos do país. “No Brasil, 53 indústrias estão credenciadas para produção de biodiesel. No entanto, 30 estão paradas por falta de matéria prima”, afirma.

Pernambuco – A realidade não é muito diferente no Estado. Existem duas indústrias de biodiesel, uma no município de Caetes, no Sertão (piloto e desenvolvida para pesquisa) e outra em Pesqueira (Agreste), sendo a última instalada há dois anos sem funcionar por falta de matéria-prima. Uma terceira indústria está fase de instalação em Serra Talhada (Sertão).

"Pernambuco não tem condições de fazer teste para produzir biodiesel em escala industrial por falta de matéria prima. Isso porque os agricultores foram motivados para um só tipo de plantio e por não possuírem informações sobre o processo de escoamento. Precisamos diversificar a matéria-prima\", disse Ana Rita. No caso de Pernambuco, apenas a mamona é cultivada para este fim.

De acordo com ANP, no ano de 2006, a venda de diesel pelas distribuidoras para o Nordeste foi de 5.818.493 m3 e para Pernambuco foi de 61.111 m3 . Para atender a Lei 11.097, que determinava o acréscimo obrigatório ao óleo diesel de 2% de biodiesel, seriam necessários 17.222 m3 de biodiesel por ano em Pernambuco. Para suprir as necessidades de comercialização de B2 o ideal de produção girava em tono de 17.222 m3 de óleo de mamona ou outro óleo vegetal e uma área total plantada de 54.673 hectares . Entretanto a produção total de óleo vegetais (mamona, algodão e amendoim) em Pernambuco foi de apenas 2.680 m3 , com o total de área plantada para estas três oleaginosas de 10.703 hectares.

São esperados cerca de 200 participantes entre cientistas, ministros de estado, tecnólogos, estudantes, empresários, representantes de instituições financeiras envolvidas no crédito agrícola e industrial, presidentes de empresas geradoras de energia e produtores rurais. O seminário também marca a comemoração dos 24 anos de existência da APCA, uma entidade cultural sem fins lucrativos que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da Ciência Agronômica.

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EMBRAPA PROMOVE EVENTO SOBRE O CULTIVO DE ABACAXI

postado sexta-feira, 17 de outubro de 2008 19:56 por anapaula

A Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas - BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realiza, em Porto Seguro (BA), um curso sobre o cultivo do abacaxi.

 

O evento acontece de 26 a 28 de agosto, na Estação Ecológica de Pau Brasil, na Comissão Executiva de Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), para cerca de 40 técnicos e extensionistas da região e é uma das atividades do projeto “Inserção e competitividade do agricultor familiar do Extremo Sul da Bahia no agronegócio da mandioca e do abacaxi”, liderado pela pesquisadora Arlene Gomes.

 

As ações do projeto são realizadas com produtores de Eunápolis, Porto Seguro, Guaratinga e Santa Cruz Cabrália, onde houve identificação de demandas de pesquisas, desenvolvimento de experimentos e elaboração de estudos de mercado e sistemas de produção para a região. “Como conseqüência, surgiu a demanda por uma reciclagem dos conhecimentos e por uma maior interação da pesquisa com os extensionistas nas questões que envolvem a abacaxicultura”, explica Arlene.

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O QUE É AGRIBUSINESS?

postado sexta-feira, 17 de outubro de 2008 19:52 por anapaula

O conceito de "agribusiness" foi proposto pela primeira vez em 1957, por Davis e Goldberg, como a soma das operações de produção e distribuição de suprimentos agrícolas, processamentos e distribuição dos produtos agrícolas  e itens produzidos a partir deles.

Assim, de acordo com o conceito de agronegócio, a agricultura passa a ser abordada de maneira associada aos outros agentes responsáveis  por todas as atividades, que garantem a produção, transformação, distribuição e consumo de alimentos, considerando assim, a agricultura como parte  de uma extensa rede de agentes ecômicos.

Com este conceito formalizado por tais autores, a visão sistêmica passa a ganhar  importância, abrangendo todos os envolvidos, desde a pesquisa até o cosumidor final, desde o que comumente se chama "antes da porteira" até "pós-poreira".

As exportações do agronegócio em 2007, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, totalizaram US$ 58,415 bilhões, um recorde histórico para o setor. Em relação a 2006, as exportações apresentaram um aumento de US$ 8,992 bilhões, o que significou uma taxa de crescimento de 18,2%.

Com isso, as exportações do agronegócio corresponderam a 36,4% das exportações totais brasileiras no período, que foram de US$ 160 bilhões. As importações apresentaram variação anual de 30,2%, totalizando US$ 8,719 bilhões.

Como conseqüência, registrou-se um superávit da balança comercial do agronegócio de US$ 49,696 bilhões, também um recorde histórico, que automaticamente repercute no saldo brasileiro como um todo, já que em 2006 o agronegócio teve a participação de 35,9%, subindo para 36,4% em 2007, apresentando queda de participação nas importações totais de 7,3 para 7,2%.

O agronegócio brasileiro tem potencial para crescer. Dentre os fatores principais destaca-se o aumento da renda, que elevará a demanda por alimentos. Dentre os principais países, destaca-se a demanda criada com o aumento da renda pela China e Índia. Há ainda a disponibilidade de recursos naturais do Brasil, permitindo que o Brasil creça de forma significativa no Agronegócio Mundial.

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cont.

postado sábado, 16 de agosto de 2008 19:29 por anapaula

Os combustíveis(vetores energéticos em geral) têm  qualidade variáveis: o poder calorífico, a densidade, facilidade de armazenamento e transporte, a verstilidade de utilização. O petróleo e seus derivados são geralmente superiores aos demais combustíveis; assim o petróleo substituiu o carvão em diversas aplicações por virtude da sua qualidade e não por sua escassez do carvão; tal como o carvão substituiu a lanha na maioria  das suas aplicações desde o início da Revolução Industrial. A contabilização dos reservatórios e dos fluxos de energia, ponderando as suas qualidades, tem sido fundamentada e elaborada por vários  autores que recuperaram conceitos da física e da química -Entropia e Energia - ou que propuseram novos conceitos - Energia e Transformidade.

As empresas do setor energético, como as demais emresas, procuraram realizar lucros.  Com ou sem subsídios, é concebivel as empresas energéticas realizarem lucros, ainda que desperdiçando Energia, num previsível quadro de agravamento do preço da energia; por exemplo, ao consumir dois barris de petróleo, hoje a USD 10, para bombear um barril de petróleo, amanhã USD 25 ( esta variação ocorreu de fato entre 1999 e 2000!). O lucro é um objetivo errado para uma política de sustentação energética. Também subsídios ou fixação tendenciosa de preços permitirão produzir combustíveis altenativos com lucro mas com desperdício de energia. É o caso do etanol a partir de biomassa; do metanol e do hidrogênio a partir de gás natural  ou carvão; ainda que estes combustíveis alternativos possam ter outras  justificações para seu uso, correspondem a um desperdício de energia, se produzidos pelas referidas vias.

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Economia e Energia em desenvolvimento não sustentado

postado sábado, 16 de agosto de 2008 19:19 por anapaula

Alguns economistas parecem inclinados a ocupar-se exclusivamente de custos e preços. Mas a moeda não é medida de nada real,tem um valor de troca. O preço não tem relação objetiva com a quantidade e a qualidade do bem, particularmente assim é com a Energia.De acordo com o pensamento econômico convencional, se a procura de energia crescer, o seu preço crescerá também e a indústria extrairá mais petróleo, por esse modo induzindo a descida do preço e a convergência para um equilíbrio. Mas temos razão  para afirmar que o sistema econômico não funciona só na vizinhança do seu equilíbrio; há transformações estruturais a prazo mais ou menos longo que não  são descritas por modelos simplistas.

Desejamos chamar a vossa  atenção para o fator de Energia. O mercado do petróleo não reflete a quantidade de produto até que a sua escassez conduza ao estrangulamento físico da oferta. O preço não dá sinal da eminência da exaustão do bem. E todavia, desde meados da década de 90, as estimativas de recuperação última(EUR), ou seja, a soma do que foi já extraído com as reservas no subsolo e com o que se presume ainda  descobrir, têm-se mantido consistentemente e, bem assim, também se tem mantido a previsão que o ponto médio e máximo da produção ocorrerá cerca de 2000-2005. A repercução desta realidade física no mercado é obscurecida, condicionada por outros fatores; em 1999 o preço do barril de petróleo estava virtualmente a nível mínimo absoluto e em 2000 o seu preço triplicou, necessariamente voltará a disparar nos próximos anos.

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